Mato Grosso do Sul | 3 de novembro de 2026
Mato Grosso do Sul | 3 de novembro de 2026

Luiza Ribeiro requer instauração da CPI do Tapa-Buraco

A vereadora Luiza Ribeiro (PT) requereu publicamente, durante sessão da Câmara Municipal, esclarecimentos do presidente da Casa, vereador Papy (PSDB), sobre o andamento do requerimento para instauração da CPI do Tapa-Buraco. A parlamentar questionou em que etapa está a análise jurídica, se o processo já chegou à Presidência e quando os trabalhos de investigação poderão começar.

Luiza destacou que a população tem cobrado respostas sobre a demora para o início da comissão e ressaltou a expectativa da sociedade para que as investigações avancem. A vereadora também afirmou que já está se preparando para os trabalhos, estudando situações anteriores, projetos relacionados ao tema e processos que tramitam na Justiça, além de buscar informações junto ao Ministério Público.

Em resposta, Papy afirmou que a Câmara ainda está dentro do prazo regimental de 15 dias para a manifestação da Procuradoria Jurídica e que espera receber o parecer ainda nesta semana. Segundo ele, também estão em andamento as conversas com as bancadas para definir os cinco integrantes da comissão, respeitando a proporcionalidade partidária.

O presidente explicou que há 12 vereadores interessados nas cinco vagas disponíveis, o que exige uma articulação entre as bancadas. Ele afirmou, porém, que a CPI está mantida e que não há possibilidade de o processo perder sua finalidade por divergências na indicação dos integrantes.

Durante a resposta, Papy confirmou que o PT já indicou Luiza Ribeiro para compor a comissão e antecipou que, seguindo a tradição da Câmara Municipal, a autora do requerimento deverá presidir a CPI.

“Geralmente, historicamente e pela tradição da Casa, o autor do requerimento está na CPI e a preside. Então, seguindo essa tradição da Câmara, a vereadora Luiza Ribeiro deverá presidir a comissão”, afirmou o presidente.

Luiza reforçou a importância de que a instauração aconteça o quanto antes, diante da cobrança pública por respostas sobre os problemas relacionados à operação tapa-buraco em Campo Grande. A expectativa é que, após o parecer jurídico e a definição dos integrantes, a comissão possa iniciar os trabalhos de investigação.

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